O Fascínio das Joias

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Desde o período da pré-história os adornos eram muito valorizados. Feitos de ossos, conchas, pedras, madeira e dentes de animais os colares e braceletes simbolizavam o poder, status e crenças místicas. Ao longo de muitos anos as pedras preciosas foram e ainda são muito exploradas. Segundo alguns historiadores, foram escavados grânulos com mais de 100 mil anos de idade, feitos da casca de Nassarius que são considerados as joias mais antigas.

Em cada parte da história, as características das joias se transformavam. Confira uma pequena retrospectiva dessa evolução.

Período Pré-Histórico

Confeccionados de forma rústica e artesanal, pedras, conchas, dentes de animais, sementes, madeiras e pedras.

Egito

Com grande valor simbólico e místicos, a joia era enfatizada pelo seu poder e eram fabricadas de forma figurativa, o olho do deus Horus, por exemplo, servia como proteção contra maus espíritos e até mesmo animas perigosos como escorpiões e serpentes. Além disso, os faráos eram enterrados com seus pertences pessoais, inclusive suas joias mais preciosas pois, acreditavam que na outra vida renasceriam como deuses e precisariam de seus pertences.

Grécia

Eram atribuidas formas geométricas para as joias e passaram a produzir cenas mitológicas em colares, brincos e braceletes. Logo, os adornos passaram não somente a serem enriquecidas com designs de influências orientais, mas também enfeitadas com gemas raras.

Celtas

Com grande influência estrangeira, as joalheria desse período adaptou novas técnicas como gravação, filigrana, fundição, esmaltação e granulação para trabalhar com o metal.

Romanos

Nessa época, o ouro era muito valorizado e usado como finaciamento de guerras. No entanto, com a descoberta de novas fontes de metais, os romanos passaram a utilizar parte do ouro na joalheria, popularizando-as.

Idade Média

A influência do Teocentrismo influenciou exponencialmente a arte. As joias eclesiásticas ganharam maior espaço com o uso de escapulários, relicários e crucifixos. Além do status, poder e teor religioso as joias possuiam leis para seu uso. Os anéis eclesiásticos, por exemplo, são usado até hoje por cardeais, bispos e pelo papa.

Foi nessa época que surgiram as primeiras sociedades ourives que trabalhavam cuidadosamente para desenvolver adornos exclusivos.

Período Bizantino

Caracterizada pelo uso de várias cores e muita delicadeza. As principais gemas utilizadas foram as pérolas e safiras.

Renascimento

A ciência contribuiu para uma importante mudança, a joalheria tinha como base representar formas humanas devido aos estudos de anatomica decorrentes da época. Logo, a joalheria passou a ser bancada pela burguesia e não mais pelo clero, já os ourives foram valorizados artistas.

Barroco

Predominância de temas como a natureza, pedras como diamantes, rubis, esmeraldas e safiras foram muito utilizados.

Rococó

Joalheria demarcada por adornos exuberantes, gemas coloridas e diamantes. As técnicas de lapidação foram aprimoradas e logo as joias tinham mais brilho e luxo.

Neoclássico

A referência das joias gregas e romanas fez com que a joias não exibissem mais excessos, era tudo mais moderado.

Art Decó

Formas mais geométricas inspiradas no cubismo e abstracionismo tiveram grande influência. Muitas joias eram confeccionados com materiais alternativos como o aço.

Anos 60 e 70

Na joalheria da época, o conceito era mais valorizado que o material.

Atualmente as joias ganham diversas formas, segmentadas por diversos estilos, crenças e status. Seja de joias mais elaboradas à bijuterias, a beleza e história das joias evoluiram e desenvolveram com grande força e autenticidade.

 

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Desde o período da pré-história os adornos eram muito valorizados. Feitos de ossos, conchas, pedras, madeira e dentes de animais os colares e braceletes simbolizavam o poder, status e crenças místicas. Ao longo de muitos anos as pedras preciosas foram e ainda são muito exploradas. Segundo alguns historiadores, foram escavados grânulos com mais de 100 mil anos de idade, feitos da casca de Nassarius que são considerados as joias mais antigas.

Em cada parte da história, as características das joias se transformavam. Confira uma pequena retrospectiva dessa evolução.

Período Pré-Histórico

Confeccionados de forma rústica e artesanal, pedras, conchas, dentes de animais, sementes, madeiras e pedras.

Egito

Com grande valor simbólico e místicos, a joia era enfatizada pelo seu poder e eram fabricadas de forma figurativa, o olho do deus Horus, por exemplo, servia como proteção contra maus espíritos e até mesmo animas perigosos como escorpiões e serpentes. Além disso, os faráos eram enterrados com seus pertences pessoais, inclusive suas joias mais preciosas pois, acreditavam que na outra vida renasceriam como deuses e precisariam de seus pertences.

Grécia

Eram atribuidas formas geométricas para as joias e passaram a produzir cenas mitológicas em colares, brincos e braceletes. Logo, os adornos passaram não somente a serem enriquecidas com designs de influências orientais, mas também enfeitadas com gemas raras.

Celtas

Com grande influência estrangeira, as joalheria desse período adaptou novas técnicas como gravação, filigrana, fundição, esmaltação e granulação para trabalhar com o metal.

Romanos

Nessa época, o ouro era muito valorizado e usado como finaciamento de guerras. No entanto, com a descoberta de novas fontes de metais, os romanos passaram a utilizar parte do ouro na joalheria, popularizando-as.

Idade Média

A influência do Teocentrismo influenciou exponencialmente a arte. As joias eclesiásticas ganharam maior espaço com o uso de escapulários, relicários e crucifixos. Além do status, poder e teor religioso as joias possuiam leis para seu uso. Os anéis eclesiásticos, por exemplo, são usado até hoje por cardeais, bispos e pelo papa.

Foi nessa época que surgiram as primeiras sociedades ourives que trabalhavam cuidadosamente para desenvolver adornos exclusivos.

Período Bizantino

Caracterizada pelo uso de várias cores e muita delicadeza. As principais gemas utilizadas foram as pérolas e safiras.

Renascimento

A ciência contribuiu para uma importante mudança, a joalheria tinha como base representar formas humanas devido aos estudos de anatomica decorrentes da época. Logo, a joalheria passou a ser bancada pela burguesia e não mais pelo clero, já os ourives foram valorizados artistas.

Barroco

Predominância de temas como a natureza, pedras como diamantes, rubis, esmeraldas e safiras foram muito utilizados.

Rococó

Joalheria demarcada por adornos exuberantes, gemas coloridas e diamantes. As técnicas de lapidação foram aprimoradas e logo as joias tinham mais brilho e luxo.

Neoclássico

A referência das joias gregas e romanas fez com que a joias não exibissem mais excessos, era tudo mais moderado.

Art Decó

Formas mais geométricas inspiradas no cubismo e abstracionismo tiveram grande influência. Muitas joias eram confeccionados com materiais alternativos como o aço.

Anos 60 e 70

Na joalheria da época, o conceito era mais valorizado que o material.

Atualmente as joias ganham diversas formas, segmentadas por diversos estilos, crenças e status. Seja de joias mais elaboradas à bijuterias, a beleza e história das joias evoluiram e desenvolveram com grande força e autenticidade.

 

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